segunda-feira, 19 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Enem - Redação
O GLOBO
4/11/12 - 21h29
RIO - Os professores de redação da Rede
Pensi e do Sistema de Ensino GPI, Rafael Cunha, Raphael Torres e Daniel Jorge,
elaboraram uma redação modelo para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)
2012, cujo tema foi “A imigração para o Brasil no século XXI” e tinha textos de
apoio sobre a vinda de bolivianos e haitianos. Leia e compare com a sua:
Uma nova canção
Índios, negros e
brancos. Japoneses, haitianos e alemães. Essa histórica Torre de Babel compõe o
quadro único da identidade étnico-cultural da pátria que hoje chamamos Brasil.
Diante de tal perspectiva, seria paradoxal duvidar da capacidade de nossa nação
acolher os novíssimos fluxos imigratórios que aqui aportam no século XXI. Como
lidar com as nuanças do processo?
É preciso considerar,
primeiramente, a questão da legalidade desses movimentos. Entraves diplomáticos
e ausência de documentação básica fazem com que os novos habitantes se
transformem em mais do que estrangeiros – estranhos. Prova disso são muitos
latino-americanos que, impossibilitados de exercer atividades regulamentadas,
submetem-se à informalidade e à exploração.
Por outro lado, a
presença de imigrantes legais também pode provocar incômodos. O acirramento da
competitividade no mercado pela chegada de trabalhadores qualificados – alguns,
inclusive, europeus – dificulta a busca da utopia socioeconômica dos
brasileiros. O mundo de Thomas More nunca pareceu tão romanticamente
inalcançável.
Nesse contexto,
muitas vezes, o cidadão se revela contrário à presença dos "invasores"
em sua terra. Preconceito e, até mesmo, xenofobia – comportamentos repugnantes
– acabam por ganhar projeção num cenário de suposta aceitação recíproca.
Contrário à ideia aristotélica de pluralidade na desigualdade, o brasileiro
desperdiça a chance de evoluir com o "novo".
Fica claro, portanto,
que a tão exaltada sexta economia do mundo precisa ser mais capaz de considerar
o lado humano de sua composição. Para isso, o Estado deve elaborar e efetivar
leis e ações afirmativas de integração de imigrantes. A mídia precisa cumprir
sua função social, aproximando diferentes culturas e ensinando a sociedade a
olhar com mais zelo pelo outro. Talvez, assim, possamos um dia reescrever a
Canção do Exílio, simbolizando o lar de – e para – todos: "Nossa terra tem
palmeiras / Onde canta o sabiá".
Disponível em:<http://oblogderedacao.blogspot.com.br/2012/11/texto-modelo-para-redacao-do-enem2012.html>. Acesso em: 05 nov. 2012.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
ENEM - CRITÉRIOS PARA A CORREÇÃO DAS REDAÇÕES
As redações deverão ser corrigidas com base nas cinco competências expressas na Matriz do ENEM e traduzidas para uma situação específica de produção de texto.
Cada competência será avaliada por quatro critérios correspondentes aos conceitos insuficiente, regular, bom e excelente, convertidos, respectivamente, em níveis 1, 2, 3 e 4. Esses níveis serão representados por pontos, respectivamente, 2,5; 5,0; 7,5 e 10,0.
I. Modelo de Análise da Redação do ENEM
COMPETÊNCIA
|
Na
situação de
produção
textual
|
NÍVEIS
|
I
|
Demonstrar
domínio
da norma
culta da
língua
escrita.
|
1. Domínio precário
da norma culta, com graves e frequentes
desvios gramaticais,
de escolha de registro e de convenções da escrita.
2. Domínio razoável
da norma culta, com desvios gramaticais,
de escolha de
registro e de convenções da escrita, pouco aceitáveis nessa etapa de
escolaridade.
3. Bom domínio da
norma culta, com pontuais desvios gramaticais e de convenções da escrita.
4. Muito bom domínio
da norma culta, com raros desvios gramaticais e de convenções da escrita.
|
II
|
Compreender
a
proposta
de
redação
e aplicar
conceitos
das
várias
áreas de
conhecimento
para
desenvolver
o tema,
dentro
dos
limites
estruturais
do
texto
dissertativo-argumentativo
|
1. Desenvolvimento
tangencial do tema e apresentação embrionária do tipo de texto
dissertativo-argumentativo; ou
desenvolvimento
tangencial do tema e domínio razoável do tipo de texto dissertativo
argumentativo; ou desenvolvimento razoável do tema e apresentação embrionária
do tipo de texto dissertativo-argumentativo.
2. Desenvolvimento
razoável do tema, a partir de considerações próximas do senso comum, e
domínio precário do tipo de texto dissertativo-argumentativo.
3. Desenvolvimento
razoável do tema e domínio razoável do
tipo de texto
dissertativo-argumentativo.
4. Bom
desenvolvimento do tema, a partir de um repertório
cultural produtivo e
de considerações que fogem ao senso comum, e bom domínio do texto
dissertativo-argumentativo.
|
III
|
Selecionar,
relacionar,
organizar
e
interpretar
informações,
fatos,
opiniões
e
argumentos
em
defesa
de um
ponto de vista.
|
1. Apresenta informações,
fatos e opiniões precariamente
relacionados ao
tema.
2. Apenas apresenta
informações, fatos e opiniões, ainda que pertinentes ao tema proposto, ou
limita-se a reproduzir os argumentos constantes na proposta de redação.
3. Seleciona
informações, fatos, opiniões e argumentos pertinentes ao tema proposto,
organizando-os e relacionando-os de forma pouco consistente em relação ao seu
projeto de texto.
4. Seleciona,
organiza e relaciona, de forma consistente, informações, fatos, opiniões e
argumentos pertinentes ao tema proposto em defesa do ponto de vista defendido
em seu projeto de texto.
|
IV
|
Demonstrar
conhecimento
dos
mecanismos
linguísticos
necessários
para a
construção
da
argumentação.
|
1. Desarticulação
das partes do texto.
2. Articulação
precária das partes do texto, devido a problemas frequentes na utilização dos
recursos coesivos.
3. Articulação
razoável das partes do texto, com problemas eventuais na utilização dos
recursos coesivos.
4. Boa articulação
das partes do texto, sem problemas graves na utilização de recursos coesivos.
|
V
|
Elaborar
proposta
de
solução
para o
problema
abordado,
mostrando
respeito
aos
valores
humanos
e
considerando
a
diversidade
sociocultural.
|
1. Não elabora
explicitamente uma proposta e não fere os princípios dos valores humanos e da
diversidade
sociocultural.
2. Esboça algumas ideias
que podem ser o núcleo de
uma proposta,
respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.
3. Elabora proposta
genérica de intervenção sobre a problemática desenvolvida, respeitando os
valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.
4. Elabora proposta
específica, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade
sociocultural.
|
A nota global da redação será dada pela média aritmética das notas atribuídas a cada uma das cinco competências específicas da redação.
A redação que não atender à proposta solicitada (competência II: tema/tipo de texto dissertativo-argumentativo) receberá o conceito D (desconsiderada). A redação em branco receberá o conceito B (em branco) e a redação com impropérios, desenhos ou outras formas propositais de anulação, receberá o conceito A (anulada). Em todos esses casos será atribuída nota zero às redações, sendo que o zero das redações em branco (B) é o único excluído do cálculo da média da nota de redação dos participantes.
Sucesso!!!!!!
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
O curta metragem "Uma vida inteira" e a crônica "O salto"
O Curta Metragem “Uma Vida Inteira”, dos diretores Bel Ribeiro e Ricardo Santini , com Alice Braga e Bruno Autran no elenco é baseado na crônica “O salto” de Antônio Prata. Ele mostra o retrato de anseios e preocupações de uma geração de jovens adultos independentes, focados em suas carreiras e carentes de afeto. Entre a primeira noite de um casal e a premonição do fim do relacionamento, pode caber uma vida inteira.
Gênero: Ficção
Subgênero: Prêmio Porta Curtas
Diretor: Bel Ribeiro, Ricardo Santini
Elenco: Alice Braga, Bruno Autran
Duração: 15 min Ano: 2012 Bitola: Digital
País: Brasil Local de Produção: SP
Cor: Colorido
Produção: Juliana Borges
Fotografia: Leo Ferreira
Roteiro: Bel Ribeiro, Ricardo Santini
Som Direto: Geraldo Ribeiro
Direção de Arte: Taisa M. Rodrigues
Figurino: Miki Shimosakai
Maquiagem: Ebony, Simone Souza
Produção Executiva: Bel Ribeiro, Magda Barbieri, Ricardo Santini
Finalização: Mayra Ferro, Quanta Post
Montagem: Marcio Hashimoto
Trilha Sonora: Fabio Góes
O salto
Antonio Prata
A gente não tem como
saber se vai dar certo. Talvez, lá adiante, haja uma mesa num restaurante, onde
você mexerá o suco com o canudo, enquanto eu quebro uns palitos sobre o prato —
pequenas atividades às quais nos dedicaremos com inútil afinco, adiando o momento
de dizer o que deve ser dito. Talvez, lá adiante: mas entre o silêncio que pode
estar nos esperando então e o presente — você acabou de sair da minha casa, seu
cheiro ainda surge vez ou outra pelo quarto –, quem sabe não seremos felizes?
Entre a concretude do beijo de cinco minutos atrás e a premonição do canudo
girando no copo pode caber uma vida inteira. Ou duas.
Passos improvisados
de tango e risadas, no corredor do meu apartamento. Uma festa cheia de amigos
queridos, celebrando alguma coisa que não saberemos direito o que é, mas que
deve ser celebrada. Abraços, borrachudos, a primeira visão de seu necessaire
(para que tanto creme, meu Deus?!), respirações ofegantes, camarões, cafunés,
banhos de mar – você me agarrando com as pernas e tapando o nariz, enquanto
subimos e descemos com as ondas — mãos dadas no cinema, uma poltrona verde e
gorda comprada num antiquário, um tatu bola na grama de um sítio, algumas
cidades domesticadas sob nossos pés, postais pregados com tachinhas no mural da
cozinha e garrafas vazias num canto da área de serviço. Então, numa manhã,
enquanto leio o jornal, te verei escovando os dentes e andando pela casa, dessa
maneira aplicada e displicente que você tem de escovar os dentes e andar ao
mesmo tempo e saberei, com a grandiosa certeza que surge das pequenas
descobertas, que sou feliz.
Talvez, céus nublados
e pancadas esparsas nos esperem mais adiante. Silêncios onde deveria haver
palavras, palavras onde poderia haver carinho, batidas de frente, gritos até.
Depois faremos as pazes. Ou não?
Tudo que sabemos
agora é que eu te quero, você me quer e temos todo o tempo e o espaço diante de
nossos narizes para fazer disso o melhor que pudermos. Se tivermos cuidado e
sorte – sobretudo, talvez, sorte — quem sabe, dê certo? Não é fácil. Tampouco
impossível. E se existe essa centelha quase palpável, essa esperança intensa
que chamamos de amor, então não há nada mais sensato a fazer do que soltarmos
as mãos dos trapézios, perdermos a frágil segurança de nossas solidões e nos
enlaçarmos em pleno ar. Talvez nos esborrachemos. Talvez saiamos voando. Não
temos como saber se vai dar certo — o verdadeiro encontro só se dá ao tirarmos
os pés do chão –, mas a vida não tem nenhum sentido se não for para dar o
salto.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Sobre a felicidade
O que é ser feliz?
Por Daniel Santos
Certa vez, me perguntaram o que é felicidade? Na minha opinião, a felicidade são momentos de bem-estar plenos. Plenos, pois, não existe "meia-felicidade". Ou se está feliz ou não se está. A felicidade não tem hora nem lugar para acontecer. Ela chega de supetão, se apodera e domina o momento. Porém, é uma parábola: chega ao seu ápice, mas após ele, vai declinando até ir embora definitivamente.
Mas, o que me faz feliz? A simplicidade. Sim, ser feliz é ser simples. Não é preciso muito para alcançar a felicidade. Alguns acreditam que ser feliz é possuir o carro do ano, a bolsa que alguma atriz hollywoodiana ou a roupa que aquela personagem da novela das nove está usando. Ser feliz não está ligado a ter muito dinheiro ou bens materiais. Dinheiro é bom, isso não vou negar, mas às vezes traz mais preocupação do que sossego. Felicidade não nos deixa preocupados, mas sossegados. A felicidade está ligada ao imaterial e ao material também.
Para mim, ser feliz é ler um livro, tomar um sorvete, sair com quem eu gosto para os lugares que eu gosto, passar o domingo com a família, assistir a um filme de comédia ou romance, ouvir uma boa música, ser espontâneo, não seguir metodicamente a rotina, fazer aquilo o que as pessoas não têm coragem de fazer, me jogar numa piscina com roupa e tudo, sair pelas ruas correndo numa noite chuvosa; viver um romance que me arranque suspiros, que me traga prazer e tesão, que seja intenso assim como a luz do Sol. A minha lista não acaba por aqui. Ela é grande e tem continuação...
Porém, não vamos gastar nosso tempo enumerando o que nos faz feliz. Vamos partir para a prática, vamos ser feliz. A prática é melhor que o discurso. Então, não vamos perder tempo e ser feliz, meu povo, vamos aproveitar tudo de melhor e de simples que a vida nos oferece. É na simplicidade, ao meu ver, que encontramos a felicidade.
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| Daniel Santos num momento de felicidade com Mari, Lara e Isabella. |
Felicidade
Por Heitor Cerqueira
A sociedade faz
com que você acredite que essas realizações sejam, de fato, a felicidade. A
felicidade está dentro de cada um de nós, adormecida. A felicidade imposta pela
sociedade por si só, é uma ilusão. Essa felicidade é ridícula. Devemos ser
casados, devemos ser ricos, devemos ter carro bom para sermos felizes. Não é
bem assim. A concepção de felicidade varia muito de pessoa para pessoa. Para
algumas ter dinheiro basta, para outras apenas ter a pessoa amada ao seu lado é
o suficiente.
A felicidade não é algo material, não se pode comprar. Devemos
aprender a buscar a felicidade dentro de nós, nas pequenas coisas que fazemos
todos os dias. Comece a olhar para dentro de si e veja o potencial que você tem.
Se valorize! Começará então a ser feliz!
Buscamos nossa felicidade em outra pessoa porque,talvez, se não conseguirmos ser felizes teremos alguém para culpar. Vamos nos livrar desses valores sobre a felicidade impostos e ser verdadeiramente felizes.
Buscamos nossa felicidade em outra pessoa porque,talvez, se não conseguirmos ser felizes teremos alguém para culpar. Vamos nos livrar desses valores sobre a felicidade impostos e ser verdadeiramente felizes.
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| Nosso escritor e sua amiga, Daniela Guimarães. |
P.S.: Os autores são estudantes do IFBA/Mecânica (campus Salvador)
domingo, 14 de outubro de 2012
Carta aberta aos habitantes do Planeta Terra
Prezados moradores da Terra,
Chamo-me
Nívia de Souza, sou brasileira e tenho dezesseis anos de idade. Percebi nos
últimos quatro anos, um problema crescente nas sociedades deste planeta, ao
qual denominamos de Terra. Muitas vezes ouvimos falar em amor, até dizemos
saber o que é o amor, porém será que realmente sabemos? E se sabemos o que é,
por que preferimos a tecnologia a este?
Segundo
o dicionário Priberam de Língua Portuguesa, o amor é “sentimento que induz a aproximar,
a proteger ou a conservar a pessoa pela qual se sente afeição ou atração; grande
afeição ou afinidade forte por outra pessoa”. Esse conceito, contudo, encontra-se
completamente distorcido em nossa sociedade, uma vez que já não sabe o que é
proteger, aproximar-se ou conservar o ser pelo qual se tem um grande afeto,
seja uma atração física ou uma afeição carinhosa.
Desde
os primórdios da Humanidade, o amor vem permeando as relações humanas. Para
mim, as transformações ocorreram devido a uma questão de mudança de hábitos,
uma vez que o tempo no passado era muito mais valorizado e o poder de
observação e conquista eram maiores. Hoje quase não se ouve falar em conquista
sentimental, as pessoas se deixaram persuadir por ideais totalmente racionais.
Tudo bem se necessitamos destes também, porém uma dose exacerbada leveda toda a
massa.
Andando
por Salvador, que é a minha cidade natal e atual, percebi que as pessoas se
apegam facilmente a objetos. Karl Marx, por meio do marxismo histórico, já falava que somos racionais e ligados a objetos, a materiais. O que
me deixa muito frustrada é: se podemos ter carne e osso dos nossos lados, por
que então trocarmos tudo isso por plástico e ferro (tecnologia, celular,
computador)? Seria então a falta de criatividade humana ou os pontos de
descoberta sendo extintos assim como os dinossauros?! Se bem que, ninguém quer
mais as coisas ao vivo, o amor torna-se uma palavra em meio a tantas outras, e
nesse cotidiano ele perde o verdadeiro significado e a essência.
Muitos
nessa manhã não acordaram porque estão mortos, e o que sentimos, o que pensamos
quando sabemos disso? Simplesmente não pensamos mais nesse fato como algo
surpreendente, pois ele já se tornou normal. Perdemos a aproximação com as
pessoas. Passamos a julgar mais, a nos importar menos com a segurança do outro,
com a realidade do outro, com o sentir do outro. Passamos a achar que tudo é
normal. E o que me dizes do FaceBook?, Ownt, todo mundo tem amigos e os ama
muito lá, mas será que é assim mesmo na realidade?! A resposta é não! Ninguém
quer conservar verdadeiros amigos porque é muito mais fácil conseguir milhares
de “amigos” que não sabem nem o nome de sua mãe.
Mas
o que será que está acontecendo conosco? Verdadeiramente, a tecnologia vai
vencer o amor?! É o fim do mundo! Acordem, precisamos sim da tecnologia que nos
ajuda, mas precisamos amar mais, nos importar mais, conservar mais, viver mais
ao vivo e a cores em carne e osso. Precisamos considerar o amor como uma
virtude que todos temos, mas não sabemos bem administrar.
Queridos
habitantes da Terra, saibam que não estamos sós. Estamos cercados e sendo
bombardeados pelas nossas concepções e achismos que só fazem nos afundar num
grande abismo, onde não há fé (aquilo que não se vê, mas sabe-se que existe),
não há esperança (a última a morrer) e não há amor (o que precisamos).
A
única solução então seria abandonarmos os fascínios individuais e nos apegarmos
à coletividade. Claro que necessitamos das nossas particularidades, todavia
necessitamos de pelo menos um amor para dividirmos o peso desta vida. E o que
se faz com a tecnologia? Simples, continuará a ser aplicada para o desenvolvimento
humano. Vamos deixar os sentimentos com os seres humanos!
E
como diz um dos Apóstolos do Cristianismo em sua carta aos Coríntios: “Ainda
que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como
o metal que soa ou como o sino que tine... nada seria”.
![]() |
| Nívia estuda Eletrotécnica no IFBA, campus Salvador. |
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